Proibir ou Participar?

“Devo controlar tudo que meus filhos assistem, ouvem ou jogam?”

“Até que ponto devo proibir?”

Essas perguntas são difíceis de responder. Elas dependem de vários fatores como a idade, o desenvolvimento emocional, o tipo de conteúdo etc.

Para pais que os filhos já estão na escola, atualmente é impossível controlar tudo o que os filhos assistem. Lá, eles têm acesso a coisas que não permitimos em casa.

Sendo assim, supervisionar é importante, mas educar é ainda mais.

O PERIGO DE SÓ PROIBIR

Alguns filhos são aparentemente bem-educados. Em casa, os pais estabeleceram um controle rígido que os impede de acessar todo tipo de conteúdo.

Porém quando eles saem da supervisão dos pais para agirem por si mesmos, tem contato com conteúdos que os influenciam facilmente.

Eles não aprenderam a fazer escolhas e a criticar o conteúdo. São dependentes dos pais, que são a mente e discernimento para eles. 

Eles foram mal preparados para enfrentar a realidade de um mundo bombardeado por mensagens de todo tipo e, por isso, não sabem como resistir.

ENSINAR A PENSAR, DISCERNIR E DECIDIR

O objetivo dos pais deve ser o de educar os filhos a discernir as mensagens e decidir o que consumir.

Existe um grande perigo de apenas proibir, criticar ou julgar o que os filhos consomem, sem se preocupar em explicar os motivos e ensinar os princípios.

PARTICIPAR

Os pais podem ser mais participativos na vida dos filhos se algumas vezes jogarem ou assistirem conteúdos com eles, ensinando-os a enxergar virtudes e perigos.

Pode ser que pais que agem assim sejam mal interpretados como muito liberais, mas o resultado futuro revelará que esse é o melhor sistema de educação.

Um conselho que pode ser aplicado nessa questão:

“Há perigo de tanto os pais como os professores comandarem e ditarem demasiadamente, ao passo que deixam de se pôr suficientemente em relações sociais com os filhos e alunos. Caso as reunissem bem junto de si, e lhes mostrassem que as amam, e manifestassem interesse em todos os seus esforços, e mesmo em seus esportes, tornando-se por vezes uma criança entre elas, dariam a eles muita satisfação e lhes ganhariam o amor e a confiança. E mais depressa as crianças respeitariam e amariam a autoridade dos pais e professores.” 

EGW (CP 76.3)

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